Rede Lógica

Mais uma obra pronta!

Agradecemos a MSX – (Gestão de Operações e Processos) pela parceria e confiança!

Laboratório Mercofarma: instalação de sistemas de iluminação, iluminação de emergência, ativação e validação dos pontos de redes elétrica, lógica, telefônica e CFTV.

Se desejas construir ou reformar seu espaço, entre em contato conosco.

Ligue: 📞 (51) 4063-8155
E-mail: forsaite@forsaite.com.br

Qual é a solução que você busca para economia na sua conta de energia?

On-Grid ou Off-Grid?

Energia solar fotovoltaica é a energia obtida pela conversão da luz solar em eletricidade através de células fotovoltaicas contidas nos módulos fotovoltaicos.  Apesar de alguns incentivos à utilização da energia fotovoltaica, que é um tipo de energia renovável (importante por possibilitar uma diminuição das preocupações em relação aos reservatórios das usinas hidrelétricas, que nos últimos anos têm sofrido com a falta de chuvas e com o excesso de sol), ainda podem ser observadas algumas dúvidas dos consumidores e interessados em aplicar esse sistema em suas residências ou em suas Instituições.

Para saber como proceder em relação à escolha da aquisição de um modelo de sistema próprio de energia, a primeira coisa que se deve ter conhecimento é que existem dois tipos de sistemas fotovoltaicos: os conectados à rede (chamados On-Grid) e os isolados da rede (Off-Grid).

Sinalizamos então algumas características específicas, vantagens e desvantagens de cada um dos sistemas, além de informações individuais sobre cada um dos componentes para facilitar essa escolha.

Saiba mais:

Sistema Off-Grid

São aqueles sistemas autônomos, independentes da rede de distribuição de energia elétrica, que se sustentam através de baterias, que são seus dispositivos de armazenamento.

São compostos por painéis solares, cabos e estrutura de suporte, que compõem juntos o bloco de geração de energia, inversores e controladores de carga, que formam o bloco de condicionamento de potência e as baterias, propriamente ditas, que são do bloco de armazenamento.

A energia excedente produzida é armazenada nas baterias e utilizada pelo sistema em momentos de pouca ou nenhuma incidência de sol, como os períodos noturnos. Dessa forma, como as baterias são a fonte de energia reserva do sistema, deve-se pensar em adquirir baterias com espaço de armazenamento de energia suficiente para manter a residência, tendo como base a demanda da casa e as condições climáticas locais (em lugares com pouca incidência de luz, a bateria deverá possuir a capacidade de armazenar grandes quantidades de energia nos momentos de insolação, para que possa utilizá-la nos períodos sem luz).

Quadro Sistema Off-Grid

Sistema On-Grid

Este tipo de sistema fotovoltaico precisa, necessariamente, estar conectado à rede de distribuição de energia. São mais eficientes que os sistemas off-grid e dispensam a utilização das baterias e dos controladores de carga, o que faz com que seu kit, (painéis, inversores e stringbox), tenham um preço mais baixo, pois possuem isenção de impostos.

No caso de sistemas on-grid, os inversores terão, além da função tradicional de converter a corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA), a função de sincronizar o sistema com a rede pública. Como funciona?

No sistema on-grid, por não possuir dispositivo de armazenamento, toda a energia excedente produzida (aquela que não é utilizada pela residência ou pela empresa) é enviada de volta à rede convencional de energia elétrica. Com isso, o relógio medidor de energia elétrica gira no sentido contrário e esse excedente é convertido em créditos de energia.

Esse tipo de sistema é regulamentado pela resolução normativa nº 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 17 de abril de 2012, que é o que define o mecanismo de compensação de energia.



Quadro Sistema On-Grid

O que são os “créditos de energia”? 

Caso a energia injetada na rede seja superior à consumida, cria-se um “crédito de energia” que não pode ser revertido em dinheiro, mas pode ser utilizado para abater o consumo da unidade consumidora nos meses subsequentes ou em outras unidades de mesma titularidade (desde que todas as unidades estejam na mesma área de concessão), com validade de 60 meses.

Um exemplo é o da microgeração por fonte solar fotovoltaica: de dia, a “sobra” da energia gerada pela central é passada para a rede, à noite, a rede devolve a energia para a unidade consumidora e supre necessidades adicionais. Portanto, a rede funciona como uma bateria, armazenando o excedente até o momento em que a unidade consumidora necessite de energia proveniente da distribuidora.

Com isso, apesar da residência ainda fazer uso da rede convencional de energia, há uma economia na conta: você só paga a diferença entre o que é consumido e o que é produzido ou conforme o tamanho do sistema. Há a possibilidade de reduzir todo o custo de energia mantendo apenas a taxa da demanda contratada, dependerá do tamanho do sistema adquirido.

Veja no quadro abaixo as vantagens e desvantagens de cada sistema acima mencionado:

Quadro vantagens x desvantagens

Além da energia fotovoltaica ser considerada limpa por não gerar resíduos para além das placas e não causar danos ao meio ambiente, ela é um dos recursos renováveis mais promissores no Brasil e no mundo, pois causa impactos ambientais mínimos.

Tratado de Itaipu e a Ameaça aos Consumidores e Contribuintes Brasileiros

Enquanto Paraguai contrata consultoria internacional, Brasil segue despreparado para negociar, dizem especialistas.

Após quase 50 anos de parceria entre Brasil e Paraguai haverá renegociação de contrato da usina hidrelétrica de Itaipu, a segunda maior do mundo e responsável por 15% de toda energia elétrica consumida no Brasil.

As conversas prometem ser duras, e o resultado poderá afetar a conta de luz dos brasileiros e, no extremo, a oferta de energia do país. Pelo acordo, Paraguai tem direito a metade da produção da usina.

Especialistas dizem que o Brasil está despreparado para iniciar um dialogo, já o Paraguai vem se informando sobre possibilidades de aumento de lucro com a sua riqueza energética.

Há anos, o Paraguai consegue ampliar os benefícios dentro do tratado, sempre com o argumento de que o Brasil é maior, mais rico e tem uma dívida histórica com o país vizinho por causa da guerra de 1864. Por exemplo, já reivindicou que seja incluída no escopo de obras sociais financiadas por itaipu, banda larga para todo o país.

A questão principal é como ficará o preço da energia vendida pela usina. A percepção é que o Paraguai tentará pressionar a tarifa para cima.

“Há uma preocupação legítima, paraguaia e brasileira, de começar a raciocinar… e há uma demanda crescente paraguaia pela energia de Itaipu. Há vários estudos e cenários sobre esse tema”, afirmou a jornalistas o embaixador do Brasil em Assunção, Carlos Alberto Simas Magalhães.

O embaixador ainda diz que, de acordo com algumas simulações, o Paraguai poderia alcançar uma demanda suficiente para utilizar toda sua fatia na energia de Itaipu até 2050.

Chuvas – As usinas hidrelétricas (UHEs), fontes limpas e renováveis de energia, representam cerca de 70% da oferta de eletricidade no Brasil. Mas, atualmente, os 220 empreendimentos em operação respondem por 60,36% da geração, conforme o Banco de Informações da Aneel. Os períodos de estiagem, que foram mais críticos em 2014 e 2015, mas que também estão se repetiram em 2018, prejudicam o sistema, que precisa ser abastecido por usinas térmicas (UTEs), as quais ofertam energia ainda mais cara – e poluente, na maioria dos casos. Há cerca de 3 mil UTEs em operação atualmente, com participação de 26% na matriz elétrica.

Em junho de 2018, a bandeira tarifária do mês foi vermelha, no patamar 2, justamente a mais cara, por conta do fim do período úmido no Sul do Brasil, o que eleva o risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto prazo. Isso significa acréscimo de R$ 5 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. A sistemática das bandeiras tarifárias foi implantada a partir de 2015, com o objetivo de melhorar a transparência e conscientizar o consumidor sobre a importância da redução do consumo. A bandeira vermelha vigorou ininterruptamente de janeiro de 2015 a fevereiro de 2016, depois, em alguns meses esparsos de 2017, retornando em junho de 2018.

O consumidor, na verdade, é duplamente penalizado pelo GSF: além de pagar a bandeira nos meses mais críticos de estiagem, a cada revisão anual de tarifas é onerado pelo maior custo da aquisição da energia. Também fruto da MP 579/12 de Dilma Rousseff, as usinas que renovaram as concessões passaram a ser responsáveis apenas pela manutenção das hidrelétricas; o risco hidrológico passou para o consumidor. Na época, o governo federal estimava reduzir as tarifas, mas sem controle sobre o volume de chuvas, o tiro saiu pela culatra, pela necessidade de se adquirir energia de outras fontes. Esse aumento de custos aparece na “parcela A” da tarifa.
Fonte – Gazeta do Povo

Limitação de construção de hidrelétrica no Brasil – O cenário vem sofrendo mudanças devido a outros fatores como a questão ambiental, que limita cada vez mais a construção das hidrelétricas e também a seca severa que algumas regiões vêm sofrendo. Há sempre muita discussão em torno do tema de construção de usina hidrelétrica.

O fato é que a cada ano que se passa, buscam-se modelos inovadores de geração de energia limpa, que é o caso da energia fotovoltaica que vem aumentando significativamente o número de instalações devido ao seu custo x benefício. O sistema de energia fotovoltaica , justamente por ser uma alternativas menos agressivas ao meio ambiente, pois consiste numa fonte energética renovável e limpa (não emite poluente), e também não precisa inundar grandes regiões e nem desapropriar os moradores dessas áreas.

Numa visão geral e ampla, a energia solar é a fonte absoluta de vida do nosso planeta, avaliando seu aproveitamento no armazenamento cotidiano para o uso doméstico/ comercial/ industrial, ela pode chegar a substituir qualquer outro sistema de energia convencional, com a diferença de não agredir o meio ambiente por ser totalmente natural.

Aumenta o uso de Energia Solar Fotovoltaica no Campo

O setor do agronegócio procura destaque mesmo em momentos de crise econômica. E um dos segredos é justamente abraçar novas tecnologias que contribuem para o aumento da produtividade, a adoção de boas práticas e de gestão da propriedade rural, e para a inserção competitiva dos produtores rurais nos diferentes mercados consumidores.

Existem diversos exemplos no Brasil de propriedades rurais que estão se beneficiando ao adotarem sistemas de energia fotovoltaica. Uma vantagem no meio rural é o amplo espaço para aplicação de usinas fotovoltaica, muitas vezes utilizando o telhado de galpões ou o solo de suas fazendas.

O sistema de energia fotovoltaica tem sido muito requisitado para a utilização de bombeamento de água e irrigação de lavouras, para motores, ordenhas, iluminação, silos e cooperativas onde demandam um grande consumo de energia quando a questão é secagem e armazenamento de grãos.

Uma usina de energia fotovoltaica atende toda a demanda de uma propriedade rural e ainda é capaz de gerar créditos para atender a necessidade de uma casa ou de um bem do mesmo produtor/agricultor no meio urbano.

Financiamentos

A energia solar fotovoltaica também é um bom negócio para os produtores de agricultura familiar. Diversos bancos possuem linha especial de financiamento para projetos sustentáveis.

Banco Santander – Banco do Brasil – Sicredi – Finame do BNDES

Benefícios do Sistema Fotovoltaico

Adquirir um sistema de energia fotovoltaica contribui para a saúde financeira da sua empresa! CHEGA de pagar valores altos com energia elétrica!

Venha conhecer os benefícios da aquisição de um sistema fotovoltaico com a FORSAITE!

Ligue: 📞 (51) 4063-8155
E-mail: forsaite@forsaite.com.br

O Custo da Energia Elétrica!

Há anos se discute sobre a privatização da Companhia Estadual de Energia Elétrica – Rio Grande do Sul – (CEEE).

Fica claro nesta questão que a tarifa cobrada hoje não é sustentável para a companhia. A tendencia é que novos reajustes aconteçam nas tarifas cobradas, em busca de equilíbrio financeiro da empresa.

Leia mais sobre estratégias do Governo para privatização da Companhia Estadual de Energia Elétrica.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/03/governo-quer-votar-projeto-que-retira-plebiscito-para-privatizar-estatais-na-segunda-quinzena-de-abril-cjtg4uwvf036g01k0t87z9ped.html?bclid=IwAR0K1JKXiW7k8Loz3qfb-Cg3br9ReCVGSDnSpk2Mg4Td8Ud8r3nDKiDDxow

Energia Fotovoltaica

Se você, assim como nós, busca redução de custos de energia elétrica e ainda acredita que o mundo precisa se modernizar com atitudes sustentáveis…

Venha conversar com a gente!

A FORSAITE tem a solução para você e sua empresa, contamos com uma equipe altamente qualificada para elaboração de projetos de energia solar, orçamentos, vendas e instalação de acordo com as normas brasileiras.

Para mais informações ligue: 📞 (51) 4063-8155